Para instituições que mantêm Bitcoin a longo prazo, a decisão vai além da simples compra do ativo. É essencial determinar quem será responsável pela custódia, as condições de movimentação e a compatibilidade com as obrigações da carteira. A análise de DeFi Staking é uma parte importante dessa decisão, pois envolve a avaliação da operação que receberá os recursos, além da expectativa de valorização do BTC.
Uma pesquisa realizada pela Coinbase em parceria com a EY-Parthenon, em janeiro de 2026, com 351 investidores institucionais, revelou que 49% deles aumentaram a atenção em relação à gestão de riscos, liquidez e dimensionamento das posições devido à volatilidade do mercado. Essa pesquisa fornece um contexto sobre a administração profissional de ativos digitais, embora não indique a adesão à plataforma DeFi Staking.
A plataforma DeFi Staking oferece uma estrutura para direcionar criptoativos a operações em finanças descentralizadas, com a possibilidade de recompensas. No entanto, para uma análise institucional adequada, é necessário considerar a remuneração potencial em conjunto com os mecanismos de custódia, o acesso aos recursos e a documentação da operação. A decisão de manter Bitcoin em carteira e utilizá-lo em operações são interligadas, mas distintas, exigindo uma avaliação cuidadosa das mudanças que ocorrem quando os recursos são utilizados por serviços ou protocolos financeiros.

